JURA EM PROSA E VERSO

 

CURIOSIDADES MAÇÔNICAS

 

QUATRO FATOS CURIOSOS

 

AUTORIA DESCONHECIDA

 

 

Dia 02 de Setembro de 1874


Categoria: Históricos

O Príncipe de Gales é eleito GM da GL Unida da Inglaterra, cargo que ocuparia até ser coroado rei com o nome de Eduardo VII (02/09/1874)



Fonte: O Livro dos Dias 2015

 

 

Maçom Famoso


Categoria: Atualidades

Pixinguinha
(1897-1973) foi músico arranjador, instrumentista e compositor brasileiro. Autor dos choros -Carinhoso- e -Rosa-. Também popularizou os instrumentos africanos como o tamborim, a cuíca e o tamborim. É, ao lado de Noel Rosa e Cartola, um dos maiores representantes da música brasileira.

Complemento com biografia: http://www.e-biografias.net/pixinguinha/



Fonte: Lojas Maçonicas

 

 

Romã: benefícios, curiosidades e o significado simbólico para a Maçonaria


Categoria: Históricos

Mas qual é o significado simbólico da Romã para os maçons? Um dos grandes estudiosos da Ordem, o maçom Theobaldo Varoli Filho, diz o seguinte: Como as romãs contém um grande número de semente, devem sugerir ao maçom fertilidade e abundância, no sentido de disseminar a Maçonaria em todo o Mundo.

Outro pesquisador famoso e escritor maçom, José Castellani, vai mais longe: Os grãos reunidos em grupo, e que são separados de outros grupos por uma tênue película, mostram também que, embora divididos em Obediências e países, todos os maçons fazem parte do mesmo Corpo, simbolizado pela romã inteira.

Um trecho de um trabalho publicado na edição 300 da revista maçônica A Trolha de vários autores, com o título O Simbolismo da Romã, define com propriedade o simbolismo da Romã na Maçonaria. Diz o seguinte: A romã é uma e ao mesmo tempo múltipla. Seus grãos são rútilos, unidos, profícuos, cada um ocupando seu lugar harmonicamente no espaço que lhe é reservado dentro do seu compartimento, como os Maçons. Como um tecido biológico, composto por milhões de células. Retirada uma minúscula parte, continua existindo, mas a parte faltante deixa sua marca impressa no formato das partes vizinhas.

Como um microcosmo, como um espelho do Universo, onde todos os componentes se completam, se necessitam, se atraem, se influenciam. E os compartimentos, tantos em número, e surpreendentes, parecendo infindáveis, se por um lado aparentam estar isolados uns dos outros, na verdade estão intimamente ligados, por fazerem parte do mesmo conjunto, tal como as diferentes Lojas Maçônicas, que apesar de terem sua vida própria, servem à mesma finalidade e formam um só todo. Enquanto a romã representa a Loja e sua universalidade, as sementes representam os maçons.

Diz uma lenda sobre a Romã, que é impossível contar as suas sementes. Tal qual um mito muito difundido entre os próprios maçons e os profanos: jamais sabereis quem somos e quantos somos.



Fonte:
Blog do Guara

 

D. Pedro I na Maçonaria


Categoria: Históricos

D. Pedro Guatimozin
(por Luiz Gonzaga da Rocha*)

Reminiscências

Estas reminiscências têm o seu início no dia 17 de junho de 1822 ou o 28oº dia do 3o mês do ano da verdadeira luz de 5.822, quando os maçons do Rio de Janeiro se reuniram em sessão magna e extraordinária presidida pelo Irmão João Mendes Viana [Graccho], venerável mestre da Loja Comércio e Artes na Idade do Ouro, única até então existente e regular no Rio de Janeiro, para a criação e instalação do Grande Oriente Brasílico ou Grande Oriente do Brasil. Escolhendo José Bonifácio de Andrade e Silva [Pitágoras] como Grão-Mestre.
Da ata da nona sessão do Grande Oriente do Brasil, realizada em 02 de agosto de 1822 consta "ter o Grão-Mestre da Ordem proposto para ser iniciado nos mistérios da Ordem, Sua Alteza D. Pedro de Alcântara, Príncipe Regente do Brasil e seu defensor perpétuo. Aprovada de forma unânime, D. Pedro foi imediata e convenientemente comunicado, que dignando-se aceitá-la, compareceu na mesma sessão, e sendo iniciado conforme prescrevia a liturgia maçônica, prestou juramento e adotou o nome heróico de Guatimozin."
Para a historiografia maçônica, a 17ª sessão do Grande Oriente do Brasil se reveste de um significado particular. Realizada em 04 de outubro de 1822, D. Pedro foi aclamado Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil em substituição a José Bonifácio. A sessão foi presidida pelo Grande Mestre Adjunto Joaquim Gonçalves Ledo [Diderot]. E no dia 21 de outubro de 1822 dom Pedro determinou a interrupção das atividades maçônicas, afiançando a Ledo que a suspensão seria breve: "Meu Ledo. Convindo fazer certas averiguações, tanto públicas como particulares, na Maçonaria. Mando: primo como Imperador, segundo como Grão-Mestre, que os trabalhos Maçônicos se suspendam até segunda ordem minha. É o que tenho a participar-vos; agora resta-me reiterar os meus protestos como Irmão – Pedro Guatimozim Grão-Mestre. P.S. Hoje mesmo deve ter execução e espero que dure pouco tempo a suspensão, porque em breve conseguiremos o fim que deve resultar das averiguações".
De fato, quatro dias depois, em 25 de outubro de 1822, Pedro Guatimozim, era assim que o Imperador assinava sua correspondência maçônica, determinou o fim da suspensão dos trabalhos em função do término das averiguações: "São Cristóvão, 25.10.1822. Meu Irmão – tendo sido outro dia suspendido nossos augustos trabalhos pelos motivos que vos participei, e achando-se hoje concluídas as averiguações, vos faço saber que segunda-feira que vem, os nossos trabalhos devem recobrar o seu antigo vigor, começando a abertura pela Loja em Assembléia Geral. É o que tenho a participa-vos para que, passando as necessárias ordens, assim o executeis. Queira o Supremo Arquiteto do Universo dar-vos fortunas imensas como vos deseja o – Vosso Irmão – Pedro Guatimozim – Grão-Mestre – Rosa Cruz".
Esses sãos os fatos históricos que julgamos bem apresentar a título de reminiscências, que estão narrados no Boletim do Grande Oriente do Brasil [Rio de Janeiro, ano 48, 1923, p. 690/691 e 917] e Arquivo da Casa Imperial do Brasil [Cartas de D. Pedro I a Joaquim Gonçalves Ledo. São Cristóvão, 21/10/1822 e 25/10/1822. Registro: I-POB-21.10.1822-PLB c. 1-2], citado por Alexandre Mansur Barata, in Maçonaria, Sociabilidade Ilustrada & Independência do Brasil (1790-1822), com adaptações. Os relatos dos historiadores maçons comprometidos com a Ordem e não-maçons não destoam, melhor, se coadunam com o histórico indigitado.
Pretendo, com este artigo, reverenciar a memória de D. Pedro, o primeiro Imperador do Brasil que, ao ser Iniciado Maçom, adotou o nome histórico de Guatimozim, em homenagem ao último Imperador das Astecas na região de Anahuac [área do atual México] e que depois de supliciado, foi amarrado e lançado sobre brasas até morrer, em 1522, pelos invasores espanhóis comandados por Hernan Cortez.
Simbolicamente, Pedro I considerou-se, à semelhança de Guatimozim, disposto a sacrificar-se pelo Brasil, honrando o título de Defensor Perpétuo do Brasil, que o Grande Oriente Brasílico ou Brasiliano lhe concedera em 13 de maio de 1822.


 



Fonte:
www.oficinadegerencia.com/2008/08/d-pedro-i-era-maon-e-seu-cognome-era.html